Locais onde há grande circulação de pessoas como prédios, escolas ou áreas comerciais necessitam medidas de segurança e prevenção contra possíveis acidentes causados por fogo, por exemplo. Sistemas de alarme de incêndio tornam-se fundamentais na hora de implantar um método eficaz que sinalize o início de uma situação de risco.
Os sistemas de alarme de incêndio são compostos por sensores automáticos ou manuais capazes de detectar alta temperatura de calor e fumaça. Instalados estrategicamente, os sistemas de alarme de incêndio são acionados pela central de detecção integrada, que identifica qualquer sinal de alerta de combustão em estágio inicial.

Tipos de Sistemas de Alarme de Incêndio

No mercado, existem diferentes tipos de sistemas de alarme de incêndio que são indicados de acordo com a estrutura e necessidade do ambiente. São classificados como:

  • Sistema Convencional: são direcionados à estruturas menores por possuírem monitoramento demarcado por áreas e setores, ou seja, se um dispositivo acionar o alarme é possível identificar a zona afetada, mas sem reconhecer o ponto de origem do disparo.
    Geralmente, oferecem baixo custo sendo permitidos apenas 20 equipamentos por perímetro. E vale lembrar que a manutenção deve ser feita periodicamente;
  • Analógico: abrange cenários maiores com alcance pontual em focos de incêndio por meio de sensores de fumaça e temperatura monitorados pela central. Os instrumentos do sistema de alarme de incêndio analógico são interligados no mesmo cabeamento, porém, são identificados de maneira individual para apresentar rapidez nas respostas;
  • Endereçável: a tecnologia do sistema de alarme de incêndio endereçável identifica o ponto exato de sinistro por meio do número que cada dispositivo dispõe, ocasionando maior capacidade de processamento a fim de promover autonomia do administrador em programar o envio dos alertas para o endereço em que desejar, com monitoramento 24 horas por dia.

 

Manutenção de Sistemas de Alarme de Incêndio

Desgastes gradativos (físico, elétrico ou manual) de sistemas de alarme de incêndio podem ser caracterizados por falhas ou mau funcionamento decorrentes do tempo de uso e até mesmo sem motivo evidente.
Segundo a Norma da ABNT, NBR 17240, a manutenção corretiva e preventiva devem ser feitas por profissionais habilitados que, após a realização do reparo, geram um relatório chamado Laudo de Funcionamento contendo todas informações sobre o desempenho do aparelho, hora e data da garantia dos serviços prestados.
A manutenção preventiva serve para garantir a segurança interna e evitar impactos prejudiciais ao ambiente monitorado, preservando as funções dos sistemas de alarme de incêndio.